quinta-feira, 11 de junho de 2015

A Saúde Coletiva transformando o indivídual



As diferentes concepções de saúde trouxeram para a minha vida uma nova perspectiva. Mesmo acreditando sobre o equilíbrio ser algo vital para a saúde eu agia de maneira descompensada, já consigo identificar as vezes em fiquei doente por agir desta maneira. Quando começavam os sintomas de gripe, consumia uma cartela inteira de analgésicos com chás (que também continham remédios dentro) para não ficar gripada. Mas quando a Professora Gabriela falou que o paracetamol 750ml já é uma super dosagem, eu passei cortar esses hábitos. Hoje quando sinto que posso estar começando a ficar gripada procuro manter-me bem aquecida e tomar chás naturas, como chá verde, chá de erva-doce, e procuro rever como andam minhas emoções se não ando nervosa demais a ponto de diminuir minha imunidade ou afetando a qualidade do meu sono.
                                                                                                     


 
 Na primeira vez em que neguei remédios, alegando não querer toma-los sem necessidade, minha mãe respondeu : lá vem tu com esses papos de saúde coletiva, de cuidar com o que toma, não me vai ficar doente! Eu ri mas instantes depois dei-me conta de como foi o curso que mudou essa visão e de como ele está preparando-me para aceitar pessoas de visões diferentes das minhas e saber como reagir diante destas. Acredito que ao longo do curso mais transformações irão ocorrer e espero poder corresponder ao que é proposto ao posto de sanitarista no que se refere as relações com os outros.

2 comentários:

  1. Oi Agatha! Tenho essa mesma percepção de que o curso alterou a nossa visão sobre certas coisas. Na verdade ele não alterou, ele nos abriu o conhecimento que permitiu para nós essa reflexão em coisas que acontecem no nosso dia-a-dia. Ultimamente tenho tentado convencer a minha mãe a ir no posto de saúde e agendar uma consulta ao invés de sair falando mal do SUS sem nem mesmo usá-lo.

    Quanto aos remédios, eu quase nunca uso. Mesmo antes do curso, mas era uma opção pessoal. O único remédio que eu não abro mão é uma bela anestesia quando vou ao dentista! hahaha

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    1. Abençoada seja a anestesia, pois sem ela, eu não conseguiria convencer ninguém de ir ao dentista! Ainda mais depois das discrições bem explicitas do texto Ritos corporais entre os Naciremas, onde eu mesma comecei a não querer por os pés em consultórios de dentistas! hahaha

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