Após as lamúrias de que o semestre estava atolado e que os trabalhos estavam exigindo muito da minha carga horária, sinto aquele impulso de final de corrida que nos faz correr até a linha de chegada num pique só. Com o trabalho de Políticas IV sinto-me muito mais leve e logo iremos apresentar, a partir daí terei paranoia com os trabalhos de Planejamento, Avaliação e Gestão em Saúde III, que são nossos portfólios com as problematizações exercitadas em aula com o Prof. Alcides.
Estar visualizado os trabalhos finais já traz-me uma sensação de fim de ano, de começar as reflexões de quem eu fui este ano, quem eu quero ser ano que vem e aquela promessa de fazer dieta. Este ano, começo a refletir sobre como será meu futuro profissional no campo da Saúde Coletiva e fora dele, pois não há lugar onde vá que não se ouça como tudo piorou e como está difícil para todo mundo.São tempos temerosos.
Blog construído para a UPP de tutoria que visa trazer com suas postagens em textos, imagens e outras mídias, expressar minhas experiências e formação como ser sanitarista ao longo do curso de Bacharelado em Saúde Coletiva.
domingo, 30 de outubro de 2016
domingo, 9 de outubro de 2016
'Tá acabando?
Sexta-feira encerramos o primeiro módulo da cadeira de Planejamento, Avaliação e Gestão III com a profª Adriana. O trabalho final consistia em apresentar ao gestor da cidade escolhida como e por que implementar um novo serviço de saúde. Escolhemos uma cidade fictícia, chamada de colchão, para implementar uma CAPS I pois a população desta cidade conta com 22.384 habitantes que sofre de depressão e altos índices de suicídio pela cultura fumageira local. Apresentamos a licitação de materiais e insumos e a Regime Diferenciado de Contratações Públicas para licitações de serviços de engenharia no âmbito do Sistema Único de Saúde.
Os trabalhos de de Políticas IV são um fantasma diário, analisar um sistema de saúde de outro país é muito, mas muito trabalhoso e apresentar em quatro horas aumenta as expectativas de não fazer um trabalho mediano. Após temos que escrever um ensaio com dez laudas, escolhemos "o direito de saúde para brasileiros em outros países".
Apresar de ter escolhido muitas cadeiras para forçar-me a entrar no ritmo, estou cansada de dedicar taaaanto tempo para estes trabalhos. Isto porque estão todos sempre em cima do laço para entrega e são densos, também pois eu estou tentando estudar para coisas externas.
Agora é tentar segurar o ritmo até o final do semestre.
Os trabalhos de de Políticas IV são um fantasma diário, analisar um sistema de saúde de outro país é muito, mas muito trabalhoso e apresentar em quatro horas aumenta as expectativas de não fazer um trabalho mediano. Após temos que escrever um ensaio com dez laudas, escolhemos "o direito de saúde para brasileiros em outros países".
Apresar de ter escolhido muitas cadeiras para forçar-me a entrar no ritmo, estou cansada de dedicar taaaanto tempo para estes trabalhos. Isto porque estão todos sempre em cima do laço para entrega e são densos, também pois eu estou tentando estudar para coisas externas.
Agora é tentar segurar o ritmo até o final do semestre.
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
A semana tem dois pontos: aulas que saio cansada e entupida de conhecimento e as aulas em que saio irritada por nível aprendizado ralo e com a turma sendo subestimada. Com uma bela porção de trabalhos a serem feitos, acabo priorizando (sem querer) os das cadeiras que mais satisfazem-me e instigam-me a aprender. Já não sei se estou sendo implicante ou se a situação é esta mesmo. Com essas semanas de feriado e semana acadêmica acabei perdendo um pouco nas datas mas está tudo sobre controle quando não me limito a um padrão ou resultado.
terça-feira, 20 de setembro de 2016
Limite de horas
Os segundos, os minutos, as horas, os dias, as semanas e os anos, todos passam igualmente para todos. Mas não o percebemos, não o sentimos de forma igual aos outros. Nosso dia pode não demandar muitas atividades e termos a sensação de que passou-se arrastando, se tivermos muitas tarefas a serem feitas teremos a impressão de que o dia passou voando. O quando isso interfere nos nossos relacionamentos? E quando temos tantas tarefas que não conseguimos começar, pensar em como realiza-las?
Um colega o convida para um almoço e você recusa o convite pois está cheio de coisa para fazer e teria que atropelar um planejamento do dia para, ao menos, tentar executar as tarefas. Você fica isolado com uma pilha de trabalhos, com prazos curtos e materiais insuficientes ou não didáticos para faze-los, e começa pelo menos pior e mesmo assim fica trancado. Passa para o próximo, fica trancado. Passa para o próximo, fica novamente trancado e conclui que tudo é uma bº$!@. Assim resta uma pilha de trabalhos iniciados mas trancados e uma pessoa muito frustrada, pois deixou de fazer tantas coisas para concentrar-se nos trabalhos e mesmo assim não conseguiu conclui-los.
Encontro-me nesta situação, ansiosa pelos prazos que aproximam-se cada vez mais e nada de avanços da minha parte. Ando muito irritada com a didática em sala de aula de uma cadeira, que considero minha favorita, a ponto de criar implicância e uma total apatia com o tema. Este semestre retornei com ânsia de ser estimulada, de despertar novamente aquela paixão pelo curso, aquela correria gostosa de tantos trabalhos mas estar APRENDENDO com eles e não apenas correndo de um lado para o outro dando ctrl c e ctrl v (mero exemplo de como estou desestimulada).
Para onde estão indo as minhas horas investidas nestes trabalhos desinteressantes? Como muitos alunos, eu tenho outras preocupações além da faculdade, preciso investir em vários setores da minha vida ao mesmo tempo e sinto que estes trabalhos estão sugando minhas horas de investimento na faculdade e de investimento nas outras áreas de uma maneira muito nada aproveitosa e rentável.
Um colega o convida para um almoço e você recusa o convite pois está cheio de coisa para fazer e teria que atropelar um planejamento do dia para, ao menos, tentar executar as tarefas. Você fica isolado com uma pilha de trabalhos, com prazos curtos e materiais insuficientes ou não didáticos para faze-los, e começa pelo menos pior e mesmo assim fica trancado. Passa para o próximo, fica trancado. Passa para o próximo, fica novamente trancado e conclui que tudo é uma bº$!@. Assim resta uma pilha de trabalhos iniciados mas trancados e uma pessoa muito frustrada, pois deixou de fazer tantas coisas para concentrar-se nos trabalhos e mesmo assim não conseguiu conclui-los.
Encontro-me nesta situação, ansiosa pelos prazos que aproximam-se cada vez mais e nada de avanços da minha parte. Ando muito irritada com a didática em sala de aula de uma cadeira, que considero minha favorita, a ponto de criar implicância e uma total apatia com o tema. Este semestre retornei com ânsia de ser estimulada, de despertar novamente aquela paixão pelo curso, aquela correria gostosa de tantos trabalhos mas estar APRENDENDO com eles e não apenas correndo de um lado para o outro dando ctrl c e ctrl v (mero exemplo de como estou desestimulada).
Para onde estão indo as minhas horas investidas nestes trabalhos desinteressantes? Como muitos alunos, eu tenho outras preocupações além da faculdade, preciso investir em vários setores da minha vida ao mesmo tempo e sinto que estes trabalhos estão sugando minhas horas de investimento na faculdade e de investimento nas outras áreas de uma maneira muito nada aproveitosa e rentável.
domingo, 11 de setembro de 2016
O retorno!
Agora de volta, percebo como sou encantada com este curso e de que não teria encontrado-me melhor em outro. Pode estar sendo cansativo, após um semestre cursando apenas uma cadeira no seguinte fazer todas presenciais, duas eletivas e uma à distancia, mas acredito que sobreviverei. Pretendo, pelo menos.
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